domingo, 14 de junho de 2015

ReConstruir. Metilfenidato: a alma pelo corpo.

Linha da Frente
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"Cérebro Meu"

Mil vezes os altos montes e os vales profundos. Apesar de andar pela infância fora aos tombos, a minha sorte foi ter sido miúdo antes disto tudo. 

A venda de metilfenidato, com os nomes correntes de Ritalina, Concerta ou Rubifen, em Portugal: 23 000 embalagens vendidas em 2004; cerca de 280 000 em 2014.
Efeitos secundários? Sim, vários e tremendos (depressão grave, por exemplo). Deve ser terrível descobrir-se que afinal o miúdo só tinha um desenvolvimento diferente ou era, imagine-se, autista.
Ou simplesmente andava um bocado descontrolado.
Desconfio que me dunfrariam até ao torpor...
Vamos com calma. Pode ser?

Vem isto a propósito de o "Cérebro Meu", reportagem do Linha da Frente, na RTP. O visionamento deste programa deveria ser obrigatório nas reuniões escolares. Até mesmo nas das associações de pais.
A programa refletia sobre o uso crescente da droga cloridrato de metilfenidato em crianças e adolescentes, fundamentalmente no quadro de diagnósticos de hiperactividade e défice de atenção. Da verdadeiramente que pensar. "É preciso ter calma / Não dar o corpo pela alma". Muito menos a alma pelo corpo.



                





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